Caí uma, caem duas, caem três.
Caem as que tiverem que cair
Chora o que tiveres que chorar
Não há nada que não passe
Isto vai passar.
Na sublime madrugada
há ainda um raio de noite
a querer virar dia,
e eu, ainda acordada.
Triste e sapiente madrugada
tiraste tudo o que me havia:
Tudo e Nada.

tu escreves bem, devias pensar numa cena maior... Beijo do André
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